quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Conto contigo para leres comigo













A mãe da Sara Pestana veio contar-nos uma história com grande significado para ela, porque lhe era contada pelo seu pai. O nome da história é O TOURO AZUL.
Obrigada por tê-la partilhado connosco.
Prof. Mª Antónia Oliveira (EB1 Rossio - 1º ano)


Histórias à solta IV






A MAIOR CASA DO MUNDO


Alguns caracóis viviam numa suculenta couve. Moviam-se delicadamente à volta dela, transportando as suas casas de folha em folha, em busca de um sítio tenro para mordiscar.
Um dia, um caracolinho disse ao seu pai:
– Quando for grande, quero ter a maior casa do mundo.
– Que disparate – respondeu o pai, que por acaso era o caracol mais sensato de toda a couve – Há coisas que são melhores pequenas.
E contou-lhe a seguinte história:
“Uma vez, um caracolinho, exactamente como tu, disse ao pai dele:
– Quando for grande, quero ter a maior casa do mundo.
– Há coisas que são melhores pequenas. – respondeu-lhe o pai – Mantém a tua casa leve e fácil de transportar.
Mas o caracolinho não lhe deu ouvidos e, escondido na sombra de uma grande folha de couve, torceu-se e contorceu-se, para um lado e para o outro, até descobrir como fazer a sua casa crescer.
Ela cresceu e cresceu, e os caracóis diziam:
– De certeza que tens a maior casa do mundo.
O caracolinho continuou a crescer e a torcer-se e a contorcer-se até a sua casa ficar tão grande como um melão.
Depois, movendo rapidamente a cauda da esquerda para a direita, aprendeu a fazer crescer enormes saliências pontiagudas.
E abrindo caminho e empurrado, e desejando-o vivamente, estava capaz de lhe acrescentar cores brilhantes e lindos desenhos. Agora, ele sabia que a sua casa era a maior e a mais bonita casa do mundo inteiro. Estava orgulhoso e feliz.
Um enxame de borboletas voou-lhe por cima.
– Olha! – disse uma delas. – Uma catedral!
– Não. – disse outra –, é um circo!
Nunca chegaram a adivinhar que o que estavam a ver era a casa de um caracol.
E uma família de rãs, a caminho de uma distante lagoa, parou admirada.
– Nunca – contavam elas mais tarde a uns primos -, vocês nunca viram um espectáculo tão surpreendente. Um simples caracolinho com uma casa que mais parecia um bolo de aniversário.
Um dia depois, quando já tinham comido as folhas todas e apenas sobravam uns caules nodosos, os caracóis mudaram-se para outra couve.
Mas o caracolinho, coitado, não se conseguia mexer. A sua casa estava demasiada pesada. Ficou para trás e, sem nada para comer, foi-se esvanecendo lentamente. Nada restou, a não ser a casa. Mas também ela, pouco a pouco, se desmoronou, até não restar nada de todo.”
Foi este o final da história.
O caracolinho estava quase em lágrimas. Mas então lembrou-se da sua própria casa.
«Vou mantê-la assim pequena», pensou ele, «e quando for grande vou para onde me apetecer.»
E assim um dia, claro e radioso, saiu para ver o mundo.
Algumas folhas agitaram-se lentamente com a brisa, e outras tombaram pesadamente no chão. Onde a terra negra rompera, reluziram cristais com o sol matinal. Havia cogumelos às bolinhas, e altos talos de onde pequenas flores pareciam acenar. Havia uma pinha deitada numa rendilhada penumbra de fetos, e seixos num ninho de areia, macios e redondos como os ovos de uma rola. Musgo preso às pedras e agarrado às árvores. Os botões delicados estavam perfumados e frescos com o orvalho da manhã.
O caracolinho estava muito feliz.
As estações iam e vinham, mas o caracol nunca se esqueceu da história que o seu pai lhe tinha contado. E quando alguém lhe perguntava:
«Como é possível teres uma casa tão pequena?», ele contava a história da maior casa do mundo.


A MAIOR CASA DO MUNDO
Leonel Lionni
Kalandraka

Prof. Mª Antónia Oliveira (EB1 Rossio - 1º ano)

Histórias à solta III

O quadro mais bonito do mundo



Prof. Mª Antónia Oliveira (EB1 Rossio - 1º ano)

Histórias à solta II










Prof. Mª Antónia Oliveira (EB1 Rossio - 1º ano)

Histórias à solta








Prof. MªAntónia Oliveira (EB1 Rossio - 1º ano)






Um dia destes fomos ao Hotel D. Fernando "educar o olhar"... Fomos ver uma exposição de escultura feita em mármore de um Sr. de nome Francisco Alexandre das terras do Mestre de Avis.
Depois, na sala, tentámos fazer também as nossas obras de arte. Mas se é difícil trabalhar em barro branco, imaginem em mármore.... É preciso ser artista e ter as ferramentas próprias.
Os nossos parabéns ao artista.
Prof. Mª Antónia Oliveira (EB1 Rossio - 1º ano)



À procura do R









Uma actividade diferente feita na sala de aula, mas uma actividade REAL.
Prof. Mª Antónia Oliveira (EB1 Rossio - 1º ano)

Na DREA












No dia 16 de Fevereiro fomos à Direcção Regional de Educação do Alentejo ver uma pequena peça de teatro (por acaso também sobre D. Pedro e D. Inês de Castro) e um pequeno conto tradicional com fantoches. Depois tivemos uma pequena, mas divertida aula de Educação Musical.
Foi uma tarde diferente e especial.
Prof. Mª Antónia Oliveira (EB1 Rossio - 1º ano)



A que sabe a lua.....



Soube-nos a tanta coisa deliciosa!!!!!!
Prof. Mª Antónia Oliveira (EB1 Rossio -1º ano)

Família






Um dia em que falámos da família...
Apresento-vos a família da Madalena, da Sofia e da Sara.
Prof. Mª Antónia Oliveira (EB1 Rossio - 1º ano)