Eles não sabem, nem sonham, que o sonho comanda a vida, que sempre que um homem sonha o mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos de uma criança.
domingo, 5 de abril de 2009
Com um livro posso partilhar +
Numa das sessões tutoriais do programa de formação de Língua Portuguesa, os meninos do 1º C do Rossio decidiram fazer um livro com aquilo que já conseguem escrever. E já escrevem muito, acreditem. Aproveitando o facto desta aula se passar na Semana da Leitura, decidimos colocar o nosso livro na Becre da nossa escola para que todos pudessem ler.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
FINAL DO 2º PERIODO
No último dia de aulas do 2º periodo, em conjunto com os professores das Actividades de Enriquecimento Curricular, decorreram na nossa escola várias actividades, em que os alunos participaram com grande entusiasmo. Fizeram a "Caça aos ovos", uma "Gincana, "Jogo da Malha" e "Capoeira".EB1 Chafariz d' El Rei
Professora Fátima
PAINEL DA PRIMAVERA
segunda-feira, 30 de março de 2009
UMA SURPRESA DO 4º ANO...



EB1 Chafariz d' El Rei
Professora Fátima
sábado, 28 de março de 2009
PARE ESCUTE E LEIA
Da poesia a outras formas de expressão foi um passo. E o desenho aconteceu.
"Fada fada fada gosto muito de ti e fazes magia para mim e contas histórias só para mim. Adoro-te, os livros são fantásticos para mim." Carolina Marques

André Filipe



acabou a história.
Carolina Pinto
EB1 Chafariz d' El Rei - 1.º ano
Professora Fátima
sexta-feira, 27 de março de 2009
SEMANA DA ESCOLA ABERTA - DESENHO AO AR LIVRE - MÃE DA LEONOR CHEGADINHO

EB1 Chafariz d' El Rei - 1º ano
Professora Fátima
quinta-feira, 26 de março de 2009
HISTÓRIA DA SEMANA - O FATO NOVO DO REI


O FATO NOVO DO REI
Há muitos anos vivia um rei que passava o tempo a estrear trajes e fatos, e assim gastava a fortuna do país a comprar os mais caros tecidos.
O rei não queria saber dos assuntos do governo e a única coisa que fazia era passear pelo parque, ir ao teatro, passar em revista as tropas… sempre para exibir os seus trajes novos!
Mudava de casaca a qualquer hora e, quando alguém perguntava por ele, recebia sempre a mesma resposta:
O nosso imperador… está no provador!
A capital do reino era um lugar sereno, visitado por muitos forasteiros.
Um dia chegaram à cidade dois malandros, fazendo-se passar por alfaiates de moda. Diziam que sabiam tecer o tecido mais delicado do mundo e que podiam fazer com ele um fato que tinha uma propriedade mágica: ser invisível para todos aqueles que fossem todos, incompetentes ou ladrões!
– Será um traje admirável! – pensou o rei. – Se o vestisse, descobriria os indignos de ocuparem os seus cargos, os que tentam passar por esperto, e até algum que ande a roubar as arcas do rei.
Então disse o monarca:
- Quero que façam, imediatamente, um traje com esse tecido maravilhoso.
O rei mandou pagar muito dinheiro aos alfaiates para eles comprarem a seda e o ouro necessários. Também ordenou que lhes emprestassem uma fábrica para instalarem os teares e começarem a trabalhar.
Os malandros fingiam que mediam, que cortava e que cosiam até altas horas da noite… e depois guardavam nos bolsos todo o ouro e toda a seda!
Um dia, o rei, impaciente por vestir o traje, mandou inspeccionar o trabalho dos alfaiates.
Quando o primeiro-ministro chegou ao é dos teares, abriu os olhos o mais que pôde, mas não foi capaz de ver nada porque nada havia para ver. Os alfaiates fingiam que mediam, que cortavam, que cosiam e perguntaram-lhe:
- Não acha maravilhosas, senhor ministro, estas cores, estas formas, estas texturas?
O ministro não queria passar por incompetente, todo ou ladrão, e respondeu com voz trémula:
- Parecem-me preciosas! Irei imediatamente junto do rei para lhe dar conta de tanta formosura.
Os alfaiates aproveitaram a ocasião e pediam mais dinheiro para comprarem mais ouro e mais seda. O rei ficou contente ao escutar o seu chanceler…
Vários dias depois o monarca mandou um conselheiro ver se a tela já estava tecida.
Quando chegou aos teares, o conselheiro abriu os olhos o mais que pôde, mas não foi capaz de ver nada porque nada havia para ver.
Os alfaiates fingiam que mediam, que cortavam e que cosiam, e perguntaram-lhe:
- Não acha maravilhosas, senhor conselheiro, estas cores, estas formas, estas texturas?
O conselheiro não queria passar por incompetente, todo ou ladrão, e responde de imediato:
Estou emocionado! Irei imediatamente junto do rei para lhe dar conta de tal formosura.
Na cidade não se falava de outra coisa E todos esperavam o dia em que o rei estreasse o fato para ver quem era incompetente, todo ou ladrão.
Por fim, os malandros avisaram o monarca de que o traje estava quase rematado.
O rei mandou preparar um desfile para toda a cidade, e marchou para a fábrica com o seu séquito. Quando entrou na sala onde os alfaiates fingiam que mediam, que cortava, e que cosiam, ouviu os seus criados:
- Que maravilha! Que formosura! Nunca se viu coisa igual!
Quando estava diante dos teares, abriu os olhos quanto pôde, mas o rei não foi capaz de ver nada, porque nada havia para ver.
E os alfaiates disseram:
- Não lhe parecem maravilhosas, Majestade, estas cores, estas formas, estas texturas?
O rei, que não queria passar por incompetente, tolo ou ladrão, respondeu-lhes orgulhoso:
- Magnífico! Excelente! Sereis recompensados com o título de Tecelões da Corte Real. Vesti-me e vinde desfilar pela cidade.
Os alfaiates fingiram que davam os últimos pespontos às vestimentas e exclamaram:
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Xosé Ballesteros
Adaptação a partir do texto de Hans Christian Andersen
Kalandraka
EB1 Chafariz d'El rei
Professora Fátima










