Eles não sabem, nem sonham, que o sonho comanda a vida, que sempre que um homem sonha o mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos de uma criança.
segunda-feira, 16 de março de 2009
A FADA PALAVRINHA E O GIGANTE DAS BIBLIOTECAS
A TELA DO LUÍS

Ana Carolina
Uma pintura da minha mana que tem 3 anos. O mar.
Inês Melo
Troncos de árvores.
Carolina Roques
Vários tons de água.
Adalgisa
O campo.
Beatriz Rosmaninho
Colunas de som, uma cadeia e tiras de papel. Um quadro.
João Faias
Uma ponte ao pé de uma casa.
Francisco
Tiras de árvores, grossas.
Rodrigo
O mar ou o tronco de uma árvore.
Pedro Fialho
Uma torre com janelas e setas.
Guilherme
Um tronco de uma árvore.
Leonor Banha
Uma cadeia abandonada.
Leonor Chegadinho
Uma cadeia e o número 35. Tiras de balões de ar quente. Paus a dançar.
Sofia
Uma prisão às tiras alegres.
Carolina Pinto
Uma jaula.
Beatriz Ramalho
Riscas coloridas.
Rafaela
Uma prisão e um túnel.
Ana Carolina
Tiras de papel na prisão.
Rita
Um prédio com muitas janelas.
Diogo Barreto
Tiras de papel tristes.
Maria Manuel
Uma ilha.
Pedro Trindade
O arco-íris.
André
E B 1 Chafariz d' El Rei - 1.º ano
Professora Fátima
domingo, 15 de março de 2009
AULA COM A PROFESSORA ROSALINA



No dia 12, no âmbito da Formação de Língua Portuguesa, a professora Rosalina esteve na nossa sala a dar uma aula sobre o som do "r" entre as vogais. O formador, o professor Jorge Branquinho, também assistiu à aula.
Parabéns aos meus alunos, à professora Rosalina e ao professor Jorge.
Voltem depressa, pois é com imenso gosto e carinho que os recebemos na nossa sala.
E B 1 Chafariz d' El Rei -1.º ano
Professora Fátima
Projecto Fada Palavrinha e o Gigante das Bibliotecas
Não foi a Fada Palavrinha, mas foi uma amiga sua, que também partilha o gosto pela leitura e pelo poder mágico das palavras - a educadora Isa.
Chegou à nossa sala e, como que por encanto, os alunos enredaram-se nas histórias simples, mas tão envolventes que o tempo passou a fugir e, quando ela se despediu de nós, sentimos logo saudades.
Volte sempre para nos visitar!
Um abraço muito forte dos alunos e professora do 2º ano.
Inauguração da placa do canteiro
Trouxe uma placa de madeira, feita pelo próprio, para inaugurarmos o nosso canteiro.
A Joana já nos tinha dito que o avô estava a fazer uma placa diferente e muito especial. Mas, não esperávamos que fosse assim tão bonita.
Os alunos e a professora do 2.º ano agradecem ao avô da Joana a sua disponibilidade e simpatia.
Foi tão divertido!
Espero que gostem assim como nós gostámos.
quinta-feira, 12 de março de 2009
SE EU FOSSE UMA NUVEM...
Depois de ouvirmos a história da semana, "Aquilino pintou uma nuvem e um camaleão", prôpus aos meus alunos que imaginassem que eram uma nuvem. Os resultados ficam aqui para quem quiser ler.
Eu adorei o que os meus alunos disseram, mas como professora deles, gosto de tudo o que eles fazem!
Espero que também gostem.
Se eu fosse uma nuvem queria mudar de forma todos os dias, de manhã e à noite. Gostaria mudar de forma porque assim os meninos olhavam para mim e poderiam sonhar. Eu não queria chover porque gostava de ver os meninos a brincar. As nuvens ao sabor do vento podem correr o mundo inteiro, e assim conhecia vários países, e meninos de várias cores.
Carolina Marques
Se eu fosse uma nuvem...
Quem me dera que fosse uma nuvem, em forma de borboleta e voar no meio do arco-iris.
Leonor Chegadinho
Trabalhava muito até chegar o Inverno.
Sofia Mestre
Corria o mundo rápido e parava no campo.
Rodrigo Ferreira
Gostava de ter a forma de um cavalo para correr muito.
Francisco Nunes
Gostava de ter forma de cavalo para os meninos olharem para mim.
Carolina Pinto
Gostava de dar a volta ao mundo e quando visse uma pessoa em baixo transformava-me numa coisa.
Pedro Fialho
Gostava de ver tudo o que está cá em baixo.
Inês Poeiras
Gostava de mudar de forma todos os dias.
Leonor Caeiro
Gostava de ver o Sol de muito perto.
Ana Carolina Silva
Mudava de forma e brincava às escondidas com os meninos que estavam cá em baixo.
Carolina Marques
Ajudava o Sporting a ganhar todos os campeonatos.
Pedro Trindade
Gostava de ter sempre a forma de uma flor para todos cá de baixo olharem para mim.
Adalgisa
Dizia ao sol para aparecer todos os dias para as pessoas estarem mais alegres.
Diogo Barreto
Tinha a forma de um coração e mandava carinho para as pessoas cá em baixo.
Maria Manuel
Dava o arco-íris às pessoas que eu visse.
Beatriz Rosmaninho
Gostava de dar vida e amor às pessoas.
Diogo Mestre
Quando visse uma pessoa cá em baixo, transformava-me em golfinho.
Carolina Roques
Quando visse um agricultor a precisar de regar as plantas, fazia chuva e quando não precisa-se deixava o Sol aparecer.
João Faias
Gostava de ter forma de bolacha.
Leonor Chegadinho
Gostava de ver muitos meninos felizes e a brincar.
Rita Carvalho
Quando visse uma pessoa transformava-me em princesa.
Leonor Banha
Quando visse uma pessoa descalça transformava-me em sapato.
Inês Melo
Mandava chuva para as plantas e as flores nascerem logo e ficar tudo muito bonito.
Guilherme Arranja
Quando fizesse muito calor, mandava uns pinguinhos para ficar fresquinho.
Beatriz Ramalho
Ajudava o benfica a ganhar o campeonato.
André Murcho
EB1 Chafariz d'El Rei -1º ano
Professora Fátima
PARABÉNS AO RODRIGO
HISTÓRIA DA SEMANA


AQUILINO PINTA UMA NUVEM E UM CAMALEÃO
Tal como todas as tardes, Aquilino saiu para pintar o mundo. Tal como todas as tardes ia pelo carreiro carregado com os materiais próprios do seu ofício: o cavalete próprio do seu ofício, as telas próprias do seu ofício, os pincéis próprios do seu ofício e as tintas próprias do seu ofício.
Quando chegou a uma paisagem que lhe pareceu boa, uma paisagem própiroa do seu ofício, enviou o cavalete no chão, pousou nele uma tela, destapou as tintas e pegou nos pincéis.
Olhou em volta em busca de inspiração quando reparou numa nuvem solitária que, mesmo no meio do céu, estava louca de felicidade:
- Todo o céu só para mim!
Aquilino achou piada à nuvem porque tinha a forma de um peixe.
- Que engraçado! Tem a forma de um peixe! – disse para si mesmo.
Satisfeito até às orelhas, pegou na cor branca e começou a fazer um desenho da nuvem-peixe. Já o havia acabado quando descobriu que a nuvem tinha a forma de um sapato.
- que estranho! Quase ia jurar que tinha a forma de um peixe. – disse para si mesmo.
Espantado até às orelhas, pegou na cor branca e começou a fazer um desenho da nuvem-sapato. Já o havia acabado quando descobriu que a nevem tinha a forma de uma flor.
- Que estranho! Quase is jurar que tinha a forma de uma sapato. – disse para si mesmo.
Zangado até às orelhas, pegou na cor branca e começou a fazer um desenho da nuvem-flor. Já o havia acabado quando descobriu que a nuvem tinha a forma do Aquilino.
- Mas é a minha cara! – disse para si mesmo.
Então percebeu qu4e a nuvem 3esta a rir-se dele. A nuvem ficou com a forma de um sorriso e afastou-se pelo céu morta de riso.
Aquilino ficou de tal maneira zangado que a cara se tornou vermelha, de uma cor muito parecida com aquela que usa para pintar. Colocou às costa os materiais próprios do seu ofício e afastou-se dali a toda a pressa.
Quando chegou a uma paisagem que lhe pareceu boa, uma paisagem própria para o seu ofício, enfiou o cavalete no chão, pousou nele uma tela, destapou as tintas e pegou nos pincéis.
Reparou num camaleão que se encontrava muito quieto em cima de uma pedra, tão quieto que estava mais quieto que a pedra.
O camaleão disse para si mesmo:
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Pinto e Chinto
“Aquilino pinta uma nuvem e um camaleão”
Circulo de Leitores
EB1 Chafariz d'El Rei - 1º ano
segunda-feira, 9 de março de 2009
PARABÉNS RAFAELA
quinta-feira, 5 de março de 2009
HISTÓRIA DA SEMANA

A LUA FELIZ
Há pouco tempo que Beatriz vivia com a sua nova família. Tinha nascido na Bolívia, num país distante. Chegou com uma boneca de trapos, um gorro de lã às cores e um livro que não dava a ninguém. Falava pouco; fazia muitas vezes coisas estranhas e a sua mãe estava preocupada.
Havia dias, quer fizesse frio ou calor, que Beatriz estava determinada em dormir com o gorro na cabeça.
- Não tens calor? – perguntava a mãe.
Mas a menina puxava o gorro com força, olhava para a mãe e não dizia nada.
Um dia, o pai foi acordá-la e a menina não estava na cama. Começou a procurar de imediato por toda a casa quando viu que a borla do gorro aparecia debaixo da cama. E sim, sim, elai estava, completamente adormecida.
Havia noites em que a mãe a ouvia falar com a boneca durante horas, mas quando entrava no quarto para lhe dar as boas-noites, Beatriz calava-se e olhava-a de lado.
Uma noite, a mãe entrou no quarto da menina. Mas a menina não estava.
- Beatriz, Beatriz! Onde estás, Beatriz?
«Vou ver se está no jardim». Pensou.
- Que estás a fazer aqui fora? Não tens frio?
- Queria ver a lua – respondeu-lhe Beatriz. – Quando é que ela ficará feliz?
Já há alguns dias que, ao cair da noite, a menina olhava pela janela e fazia sempre a mesma pergunta.
A mãe embrulho-a numa manta, pegou-lhe ao colo e, olhando para o céu, exclamou:
- Que lua tão grande e redonda! E como brilha”! Acho que hoje está muito, mesmo muito feliz.
Mas Beatriz disse que não com a cabeça.
A mãe, surpreendida, perguntava-se: «Porque é que a Beatriz gosta tanto da lua?»
Então, teve uma ideia:
- Já sei! Vou comprar um daqueles candeeiros que giram e iluminam o tecto no escuro. Um com a forma de lua. Tenho a certeza que ela vai gostar.
Naquela noite enquanto Beatriz dormia, a mãe entrou no quarto em bicos de pés. Colocou o candeeiro na mesinha de cabeceira, fez-lhe uma festinha no cabelo e deu-lhe um beijo.
Quando estava quase a sair, viu o livro no chão. Apanhou-o para o guardar e, de entre as páginas, caiu uma fotografia. Era Beatriz sentada no pátio do orfanato na Bolívia; no céu, brilhava uma meia-lua com a forma de um sorriso.
- Agora já percebi. Claro a «lua feliz»! – disse. – Como a Bolívia fica do outro lado da Terra, ali a lua vê-se de uma forma diferente e quando não é redonda, tem a forma de um sorriso.
Naquele momento, Beatriz acordou:
- Mamã? És tu, mamã?
- Sim, Beatriz, sou eu – respondeu-lhe a mãe. Apertou-a contra o peito e, enquanto olhava para o céu que se via pela janela, disse-lhe:
Elisenda Queralt, Montse Adell
A Lua Feliz
Círculo de Leitores
EB1 Chafariz d'El Rei - 1º ano
Professora Fátima









EB1 Chafariz d'El Rei - 1º ano